Um moinho à beira da praia

 In The Network, Accomodations

O projecto de Sandra e Arnaldo Couto é feito com muito amor e com a loiça de uma conhecida marca portuguesa… pormenores da casa de um jovem e destemido casal, que trocou o Porto pela tranquilidade de Odeceixe, em 2010.

Ambos empresários de sucesso conseguiam viajar com alguma frequência. A abertura de novos horizontes e o momento certo para cozinhar a ideia de trocar o Norte pelo Sul. “Estivemos por toda a costa do Brasil, em diferentes pousadas de praia, por exemplo, mas também estivemos noutros sítios”, explica Arnaldo, acrescentando que estas experiências foram a fonte de inspiração para juntos criarem o charmoso e elegante turismo de aldeia “Casas do Moinho”.

Porquê Odeceixe?
Primeiro, por ser o sítio onde o rio e o mar se juntam. Azul e verde cristalinos, de duas forças da natureza, que se misturam de forma estranhamente organizada, ainda que em estado selvagem.

Há muitos anos que passavam férias lá, na casa dos pais de Sandra: “A casa do meu sogro, comprada nos anos 90 foi o ponto de partida. Pensámos que melhor do que vender seria aumentar o património e rentabilizá-lo. Depois, fomos comprando as outras casas, fomos restaurando e arranjando, conforme a necessidade”, esclarece Arnaldo. Até porque na altura, quem quisesse dormir em Odeceixe tinha que ser muito criativo: “as alternativas para ficar a dormir eram muito limitadas. Na altura havia a Casa Vicentina e o Monte João Roupeiro, mas aqui bem no centro de Odeceixe, não havia nada”.

A casa do meu sogro, comprada nos anos 90 foi o ponto de partida. Pensámos que melhor do que vender seria aumentar o património e rentabilizá-lo. Depois, fomos comprando as outras casas, fomos restaurando e arranjando, conforme a necessidade.

Hoje, no total, são já 8 as casas (conheça aqui os nomes de cada uma delas, todos alusivos a um moinho), uma suite júnior e ainda 6 quartos duplos que compõem este “turismo de aldeia”. Para quem desconhece o termo, consiste em recuperar casas de uma aldeia, respeitando a traça antiga e recorrendo aos materiais utilizados na arquitetura local. “A ideia é as pessoas chegarem, estacionarem o carro e não lhe tocarem até o dia regresso. Podem ir comprar o pão à padaria, o jornal ao quiosque, portanto toda a aldeia beneficia” explica, concluindo “até à praia podem ir sem carro. São só 3 quilómetros!”.Valores de um desenvolvimento sustentável, que é de resto o caminho a trilhar para garantir o respeito pelo estado natural e selvagem da região.

Quanto à loiça, essa é Vista Alegre, sobretudo por ser sinónimo de qualidade, explica Sandra. “Também porque temos orgulho em ser portugueses, e a nossa casa acaba sempre por ser uma montra do que se faz no país”. Depois, o cheiro a esteva e a oceano, essa brisa tão distante e tão presente, que sempre se sente em Odeceixe, vão com certeza traze-lo a estas paragens.

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